terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

MPT: GR deve compensar danos causados na agricultura


Dirigente do Partido da Terra assegura que "há enormes prejuízos"
DN-Data: 29-12-2009

O MPT esteve ontem em Câmara de Lobos para exigir do Governo Regional ajuda financeira aos agricultores que registam prejuízos provocados pelo mau tempo.Embora os bananais sejam um exemplo flagrante das consequências provocadas pelo vento forte, João Isidoro aponta também a devastação causada noutras culturas, desde os produtos hortícolas às árvores de fruto. "Ninguém responsabiliza a chuva e vento, mas já é justo responsabilizar o GR pelo apoio que é necessário dar a todas estas entidades", sustentou. Alega que "um pouco por toda a Região onde se produz banana há enormes prejuízos. Há milhares de bananeiras que o vento deitou ao chão". O mesmo acontece com outras culturas, que segundo o líder regional do MPT, "há enormes prejuízos", razão pela qual diz que "o GR tem obrigação de ajudar estas pessoas". Isidoro lembrou que "já no início deste ano houve enormes prejuízos e o GR não deu um cêntimo de apoio aos agricultores", só que agora considera que a situação "é muito mais grave". Daí o recado: "Os dinheiros que normalmente são anunciados pelo Governo que estão disponíveis para a agricultura, e estamos a falar de muitos e muitos milhões de euros, não devem ser utilizados só para as grandes festas ligadas à agricultura". Pediu por isso "sentido de responsabilidade por parte do GR". De resto o autarca do Partido da Terra lamenta que "quando acontecem estas situações o agricultor fica um pouco abandonado à sua sorte porque "o GR não lhes dá rigorosamente nenhum apoio", conclui.

O. D.

Isidoro pede apoio municipal em Cª. de Lobos e critica Santos Costa e Manuel António


MPT propõe apoios para recuperar danos
DN-Data: 27-12-2009

É um ataque em duas frentes. O líder do Movimento Partido da Terra na Madeira condena o silêncio das autoridades face aos prejuízos causados pelas chuvas que atingiram várias zonas da Região nas últimas semanas. Perante os estragos, sobretudo na semana do Natal, João Isidoro Gonçalves estranha que ninguém do Governo tenha visitado as áreas mais afectadas nem dirigido uma palavra de solidariedade aos madeirenses que mais perderam. Em termos municipais, Isidoro vai transformar a crítica numa proposta concreta. Quando estiver em reunião de vereadores, na próxima quinta-feira, o autarca vai sugerir ao presidente Arlindo Gomes a disponibilização de apoios directos da Câmara para as famílias que mais foram afectadas pelo temporal. Nas zonas do Estreito e do Curral das Freiras, essencialmente, Isidoro diz que houve estragos avultados a que a autarquia deve ajudar a suportar. O vereador reconhece que o mau tempo não é responsabilidade da Câmara, mas entende que a solidariedade deve ser materializada. Isidoro acredita que a Câmara pode, sem grande esforço, ceder apoios concretos e directos às famílias mais atingidas. "O Orçamento de Câmara de Lobos tem rubricas para fazer face a imprevistos desta natureza", diz o vereador do Partido da Terra. O autarca considera que o município tem o dever de ajudar, nem que seja apenas através da cedência de materiais que venham a ser utilizados para a recuperação de património edificado. A crítica ao Governo Regional é mais política. Enquanto líder do MPT/Madeira, Isidoro sente-se obrigado a fazer um reparo: os danos causados pelas chuvas mereciam outra atenção da parte do Governo. A crítica vai essencialmente para dois governantes: Manuel António Correia e Santos Costa. "Não tiveram sequer uma palavra de solidariedade para com as pessoas que foram mais atingidas", nomeadamente nos concelhos de São Vicente, Santana e Ponta do Sol. Isidoro nota que nenhum membro do executivo madeirense visitou as zonas que mais danos sofreram e sublinha que nos concelhos acima referidos houve estragos de alguma dimensão na agricultura e em equipamentos públicos. "Sei que chuva e vento não são da responsabilidade do Governo, mas o Governo tem o dever de prestar ajuda e solidariedade para com estas pessoas", atira o dirigente partidário. O silêncio do membros do GR é ainda mais estranho, acrescenta o dirigente do MPT-Madeira, quando se sabe que alguns estragos podem ser consequência de "negligência do Governo Regional devido a algumas obras públicas" cuja realização pode ter influenciado o curso das águas.
Miguel Silva

quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

O MPT-Madeira deseja a todos os Madeirenses e Portosantensses um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.


Esta proposta do MPT foi aceite por unanimidade como ideia base para a eleboração de uma proposta da Câmara.



- Cedência gratuita aos Sábados e Domingos, de espaços no Mercado Municipal do Estreito de Câmara de Lobos, para os agricultores da Freguesia e do Concelho venderem os produtos agrícolas por si cultivados.

Propostas do vereador do MPT aprovadas por unanimidade na reunião da CMCLobos.




- Eventariação das barreiras arquitectónicas ainda existentes em edifícios e espaços públicos da responsabilidade do Município e de privados de acesso ao público.


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- Levantamento das necessidades habitacionais ainda existentes no Concelho de Câmara de Lobos.

João Isidoro

Propostas dos Autarcas do MPT na Junta de Freguesia do Estreito de Cª de Lobos:

PROPOSTA

Assunto: Casas de Banho Publicas no centro da Freguesia do Estreito de Cª de Lobos.

Na Freguesia do Estreito e durante muitas décadas existiu uma casa de banho pública.

Se, desde a sua construção a sua qualidade nunca foi a melhor, com o decorrer dos anos a mesma foi-se degradando, em grande parte, por desleixo das autoridades Camarárias e da Junta de Freguesia de então.

Mesmo assim tanto os residentes como as pessoas que nos visitavam utilizavam-na.

Em determinada altura, a Câmara Municipal pura e simplesmente destruiu-a, sem encontrar qualquer alternativa funcional. A partir daí as pessoas com necessidade de utilizar uma casa de banho são obrigadas a se socorrer dos estabelecimentos privados.

Hoje, em pleno século XXI, e com o desenvolvimento que o centro da Freguesia conheceu é de grande importância a sua construção, mas uma construção moderna, arejada e também com condições de utilização pelas pessoas com deficiência física.

Além disso, com a chegada da Via Rápida, o estreito prepara-se para receber um maior número de visitantes.

É necessário também, por questões de segurança e higiene, que haja uma pessoa responsável pela sua manutenção e limpeza diária


Por isso os eleitos do Partido da Terra propõem, que a Junta de Freguesia se necessário com apoio da Câmara Municipal inicie esta obra.


Estreito de Câmara de Lobos,11 de Dezembro de 2009
Os Membros do MPT-M na Assembleia de Freguesia
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PROPOSTA


Assunto: Fontanário Publico no centro da Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos.

Na história da Madeira e em épocas em que não havia água canalizada nas casas, os Fontanários tiveram um papel importante na vida das pessoas.

O Estreito de Câmara de Lobos não fugiu à regra e grande parte da população, bem se recorda de alguns fontanários no centro do Estreito, que eram autênticos monumentos.
Referimo-nos aos que existiam onde está agora o Banco Totta, onde está a escadaria de acesso à Igreja.

E até os mais novos, recordam-se daquele que existia onde foi construído o Centro Cívico.

As suas demolições, deveram-se, é certo, a um conjunto de obras que vieram trazer desenvolvimento ao centro da Freguesia.

Hoje, e para repor a Historia do centro do Estreito, é urgente que se construa um fontanário, nas imediações do Largo do Patim, num local bem enquadrado e de bom gosto, que seja útil tanto para utilização da população do Estreito, como daqueles que nos visitam.

Esta é uma obra pequena, de baixo custo, mas de muito valor, tanto funcional como sentimental, sobretudo para as pessoas da Freguesia.

Os eleitos do Partido da Terra são de opinião que a sua construção está perfeitamente ao alcance da junta de Freguesia. Mas também são de opinião que a Junta pode sempre se socorrer do apoio da Câmara Municipal.

Pelo atrás exposto, os autarcas do Partido da Terra propõem que a Junta de Freguesia inicie no mais curto espaço de tempo a sua construção.


Estreito de Câmara de Lobos 11 de Dezembro de 2009
Os Membros do MPT-M na Assembleia de Freguesia

Intervenções dos Deputados do MPT da Assembleia Municipal de Câmara de Lobos.




Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhor Presidente da Câmara Municipal
Senhores e Senhoras deputados Municipais

Esta é a minha primeira intervenção numa Assembleia Municipal.
Quero, por isso, aproveitar estar oportunidade enquanto moradora do Sítio do Pedregal, para falar exclusivamente da estrada de ligação Pedregal – Caldeira.

Esta é uma estrada há muitos anos prometida e muito desejada pela população ali residente.

Vejo com agrado que há no orçamento uma rubrica de 150 mil euros para lançar o concurso público já em 2010 e um milhão de euros para iniciar a referida estrada, se possível, no final de 2010 – início de 2011.

Esta é uma obra que o senhor Presidente poderá ficar ligado pela positiva ou pela negativa, depende de cumprir ou não desta vez a promessa até ao final de 2011.

Algumas famílias sobem e descem todos os dias mais de 550 degraus, falo por mim própria, enquanto moradora daquele sítio, para não falar das pessoas mais idosas e com problemas de saúde.

Muitas vezes nem a solidariedade dos Bombeiros consegue dar assistência às pessoas mais necessitadas em tempo útil.

Para finalizar, gostaria que o sr. Presidente me dissesse, olhos nos olhos, se desta vez o povo do Sítio do Pedregal pode confiar na sua promessa e na boa vontade da Câmara para resolver um problema que se arrasta há décadas.

Esta estrada, mais do que uma questão de partidos, é uma necessidade profundamente humana para quem ali vive.

Muito obrigado, sr Presidente da Câmara e senhores e senhoras deputados municipais
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Câmara de Lobos, 17 de Dezembro de 2009
Judite
Deputada Municipal pelo MPT na Assembleia Municipal de Câmara de Lobos
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Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhor Presidente da Câmara Municipal
Senhores e Senhoras deputados Municipais

Quero em primeiro lugar no início da discussão do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Câmara de Lobos para o ano de 2010, desejar que todos os deputados municipais, independentemente do partido a que pertencem, contribuam com o seu trabalho para o desenvolvimento do Concelho e da qualidade de vida dos seus munícipes.

Ao analisar estes dois documentos, os deputados municipais do MPT concluíram que poderiam ser outras as prioridades em termos de obra social, bem como um conjunto de pequenas e médias obras municipais importantes para a qualidade de vida de muitos aglomerados populacionais do nosso Concelho.

Apesar das nossas discordâncias, fazemos votos para que a Câmara Municipal seja capaz de cumprir aquilo que hoje nos apresenta em termos de Orçamento e Plano para o ano de 2010.

O MPT vai abster-se no Plano e Orçamento.

Este voto significa dar à Câmara Municipal o benefício da dúvida no início deste mandato.

Os deputados municipais do Partido da Terra vão estar atentos, vamos fazer uma oposição séria e responsável. Vamos fiscalizar a acção do executivo camarário.
Vamos exigir ao PSD o cumprimento doas promessas eleitorais feitas aos eleitores de Câmara de Lobos a 11 de Outubro.

Vamos apresentar propostas concretas para ajudar a resolver os problemas do Concelho ao nível das pequenas e médias empresas, mas sobretudo das famílias.

Quero finalmente que o Senhor Presidente da Câmara nos responda às seguintes perguntas:

– Porquê tantas rubricas simplesmente “outros”, que representam no total alguns milhões de euros?

– Porque não especificar melhor os apoios às Juntas de Freguesias e às instituições desportivas, culturais e de solidariedade?

– Pode o Sr. Presidente garantir a esta Assembleia que a Câmara vai conseguir uma receita de cerca de 45 milhões de euros?

- Se não conseguir esta receita, como vai executar o Plano de Actividades e fazer face à despesa corrente?

5ª - Com uma receita prevista de 44 milhões de euros, não poderia manter o transporte gratuito do pessoal operário da Câmara?

– Para quando a construção de um cemitério na Freguesia do Jardim da Serra?

- Para quando a construção de casas de banho públicas nos centros das Freguesias do Estreito e de Câmara de Lobos?
João Evangelista
Deputado do MPT da Assembleia Municipal de Câmara de Lobos



PARTIDO DA TERRA-MADEIRA


Propostas para discussão na especialidade no Orçamento e Plano da RAM para 2010.

Alteração no funcionamento dos mercados abastecedores, equipando-os de modo a permitir que tenham condições técnicas, logísticas e financeiras, para receber os produtos agrícolas, para pagar aos agricultores num prazo de 15 dias e para os colocar, posteriormente, no mercado regional.


Abertura de vagas para Técnicos de Serviço Social no âmbito do Serviço Regional de Saúde e de Segurança Social da RAM.


Abertura de vagas para Psicólogos no âmbito do Serviço Regional de Saúde e de Segurança Social da RAM.


Abertura de vagas para Médicos de Medicina Dentária no âmbito do Serviço Regional de Saúde da RAM.


Estabelecimento de contratos programa entre o Governo Regional e as Câmaras Municipais a fim de construir algumas obras fora do alcance financeiro dos municípios, mas fundamentais para a qualidade de vida de certos aglomerados populacionais, nomeadamente vias de comunicação rodoviária.

Funchal, 17 de Dezembro de 2009
O Deputado Único do MPT-Madeira

Jaime Silva

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

MPT quer melhor resposta na Saúde



Política
DN-Data: 15-12-2009

Pegando no exemplo do Centro de Saúde do Estreito de Câmara de Lobos, João Isidoro denunciou ontem que "a falta de médicos de família e de especialidade" se verifica também "na quase totalidade dos centros de saúde da Região". O líder do MPT acusou o GR de não ter feito "o investimento necessário" para que o Serviço Público de Saúde responda às necessidades dos utentes, que muitas vezes se vêem obrigados a "recorrer às clínicas ou aos consultórios privados". "Numa altura de crise", lembrou, "o GR deve fazer um investimento prioritário para aquilo que é fundamental para a qualidade de vida das pessoas", considerou. Isidoro diz que "não é compreensível nem aceitável que o utente do Serviço Regional de Saúde pague os seus impostos e tenha de esperar meses por uma consulta e mesmo assim muitas vezes não consegue", critica, a exemplo de "muitos cidadãos desta terra que aguardam por uma cirurgia no hospital". João Isidoro lembrou ainda que o MPT "já apresentou um projecto de resolução a recomendar ao GR a abertura de vagas para médicos de especialidade", nomeadamente "médicos dentistas, porque havia e há disponibilidade", mas a proposta foi "chumbada".Assim e em vésperas da discussão do Orçamento e Plano para o próximo ano, Isidoro lança o apelo: "Que o GR e o PSD tenham em conta esta realidade e aceitem as propostas que o Partido da Terra vai voltar a fazer em sede de discussão na especialidade", concluiu.

Olando Drumond

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

João Isidoro diz que o seu partido apresentará algumas propostas



MPT admite aprovar o próximo orçamento
O Movimento Partido da Terra (MPT) não é favorável à proposta de Orçamento Regional que começa a ser discutida na próxima semana. Em conferência de imprensa realizada ontem, João Isidoro adiantou, contudo, que o seu partido vai apresentar, depois, na especialidade, algumas propostas. E admite que, depois disso, irão então decidir.De acordo com João Isidoro, após apresentadas as propostas na especialidade, e verificada a receptividade da maioria na Assembleia Legislativa da Madeira, o MPT irá, então, decidir qual será a sua votação no Orçamento Regional para o próximo ano. Já sobre a recente aprovação do orçamento rectificativo na Assembleia da República, o porta-voz do MPT disse não compreender a posição assumida em São Bento. É que, segundo João Isidoro, se o Governo da República pediu para aumentar em cinco mil milhões de euros a dívida, também deveria ter sido satisfeita a pretensão da Madeira, que precisava de 129 milhões para pagar aos fornecedores.Tal como afirmou, «o Governo da República apresentou um orçamento rectificativo na Assembleia da República, para aumentar em mais cinco mil milhões de euros a dívida do Estado. E o objectivo deste orçamento é pagar a fornecedores. O MPT é sensível a este argumento por parte do Governo da República. Mas, o MPT também é sensível à proposta do Governo Regional de um orçamento rectificativo para um empréstimo de 129 milhões de euros, tendo em conta que este dinheiro é para pagar aos fornecedores».Por outras palavras, referiu, «do mesmo modo que os partidos na Assembleia da República foram sensíveis à proposta dos cinco mil milhões para o Governo da República, do nosso ponto de vista, deveriam também ser sensíveis ao argumento da Assembleia Legislativa da Madeira, porque está em causa também o pagamento aos fornecedores. E há muitas pequenas e médias empresas que, neste momento, estão a fechar as suas portas, e estão em risco de encerrar, definitivamente, os seus estabelecimentos, mandando para o desemprego dezenas, ou centenas de trabalhadores, porque o Estado não pagam. E estes 129 milhões de euros seriam fundamentais para resolver».


Marsílio Aguiar

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

João Isidoro reivindica medidas que facilitem acesso ao crédito




MPT exige aos bancos mais flexibilidade
Data: 10-12-2009

As exigências colocadas pelos bancos para a concessão de crédito a pequenas e médias empresas e às famílias, são consideradas, pelo líder do MPT, "imorais, escandalosas e inaceitáveis".Ontem, à porta do Banco de Portugal, entidade a quem compete fiscalizar a acção da banca, João Isidoro defendeu a aprovação de medidas legislativas para obrigar as entidades bancárias que receberam ajudas do Estado a facilitar o acesso ao crédito.O Partido da Terra vai enviar cartas ao primeiro-ministro e aos lideres parlamentares da Assembleia da República, em que defende a aprovação e legislação que obrigue os bancos a maior flexibilidade, no apoio à economia e às famílias.Isidoro defende um modelo de actuação idêntico ao que foi adoptado na Alemanha, onde a chanceler, Angela Merkle, fez aprovar medidas que obrigam os bancos a diminuir as exigências no acesso ao financiamento.O MPT está preocupado com a situação das empresas, que não conseguem empréstimos, o que põe em causa vários postos de trabalho.Se a situação não for resolvida na Assembleia da República, o partido vai avançar com uma proposta de lei, na Assembleia Legislativa, já em Janeiro do próximo ano.

Jorge Freitas Sousa

Isidoro teme fim da pequena e média agricultura madeirense

dn-Data: 07-12-2009

Foi junto ao mercado abastecedor dos Prazeres que João Isidoro manifestou-se, em nome do MPT, muito preocupado com a situação da agricultura na Madeira.O líder do MPT disse que, se o Governo Regional, mantiver a sua actual política, está seriamente comprometido o futuro da actividade dos pequenos e médios agricultores madeirenses.Isidoro diz que a agricultura regional tem, além as dimensões económica e social, uma dimensão de conservação da paisagem e até turística. Por isso, o Governo também "tem de assumir custos". Se o executivo está interessado em preservar a agricultura e fazer a Região ganhar em várias dimensões, "tem de assumir custos". Até agora os prejuízos têm cabido exclusivamente aos agricultores, afirma.
Élvio Passos

Intervenção do 25 de Novembro do deputado do MPT-M, Jaime Silva:

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

É profundamente lamentável que na Madeira se questione sucessivamente qual a melhor data para comemorar, se este 25 de Novembro se o 25 de Abril! Se a revolução dos cravos, se a revolução das castanhas!

Achamos importante aproveitar todas as efemérides para saudarmos a conquista da Democracia que hoje, apesar de estar minimamente enraizada na nossa sociedade, tem sofrido diversos atropelos que muitas vezes a põem em causa. Mas não podemos pôr em causa o simbolismo dessas mesmas datas, deturpando mesmo o seu real valor.

Não podemos deixar de criticar todas as formas explícitas ou implícitas que procuram sorrateira ou deliberadamente subverter aquilo que estas datas nos quiseram legar!

Afirmo categoricamente que privilegiar esta data em relação ao 25 de Abril é um erro crasso. E estas formas aqui encontradas por alguns malabaristas que manuseiam a palavra democracia ao seu belo prazer, apenas demonstram que continuam a empobrecer este valioso conceito, reduzindo-o a uma simples disputa de movimentos.

Por um lado, uma esquerda dita mais extremista e outra moderada; por outro lado, um centrismo e uma direita que procuram desfazer aquilo que constituiu um dos melhores momentos da nossa História.

Infelizmente, temos assistido a inúmeros atentados à dignidade da nossa Democracia, atentados esses vindos de fora, entenda-se do “rectângulo rosa”, mas também desta pérola do atlântico!


Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

Poderia até aqui questionar de que vale comemorar estas datas quando nos últimos dois anos tivemos oportunidade de assistir à mais violenta perseguição aos direitos dos trabalhadores portugueses, perseguição essa perpetrada por um dos ditos defensores dos ideais do 25 de Abril, o partido socialista!

Os trabalhadores portugueses foram obrigados a sacrifícios enormes para hoje verificarem que de nada valeram, pois estamos pior do que estávamos.

A que mais nos vão obrigar para equilibrar contas e défices orçamentais?

A que mais nos vão obrigar para continuar a privilegiar interesses bancários e de grandes managers de empresas públicas em detrimento do interesse social e dos trabalhadores deste país?


Estamos a atravessar um dos piores momentos, senão mesmo o pior momento da história da nossa democracia pós 25 de Abri!

A crise na Justiça, a criação e alteração de leis para proteger os mais poderosos na fuga às suas actividades ilícitas provam que o país está à beira da ruptura.

A responsabilidade desta triste realidade só pode ser imputada aos dois maiores partidos que têm gerido o país ora no governo ora nos seus bastidores, formando um autêntico Bloco Central usurpador, controlador e manipulador de todo o sistema social, judicial e legislativo do nosso país.

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

O PSD não tem moral política para pôr em causa os ideais do 25 de Abril, pois exerce ainda aqui na região um poder limitativo das liberdades dos cidadãos, consubstanciado num sistema político desgastado e num modelo de desenvolvimento ultrapassado e por isso em vias de ruptura.

Estamos no fim de uma era. Nem Governo Regional e nem muito menos o maior partido da oposição apresentam alternativas claras de governação à altura dos novos desafios.

O próprio partido socialista regional não tem também moral para vir para aqui evocar os ideais do 25 de Abril, pois tem defendido todos os ataques que atrás enunciei desencadeados contra os que mais trabalham no país e na região.

E se a razão assiste a quem acusa os socialistas de destruírem direitos legítimos advindos do 25 de Abril, porque não voltar a comemorar esta data aqui na Região?


Jaime Silva

sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

MPT apela à adesão do programa dos painéis solares




Programa de financiamento do Governo acaba no fim deste ano
DN: Data: 01-12-2009
O Partido da Terra apela aos madeirenses para que adiram ao programa da República, que permite ter painéis solares para aquecimento de águas, a um preço subsidiado.Álvaro Araújo, em nome do partido, lembrou que, além da comparticipação do Estado, ainda é possível recuperar 30% do investimento, através do reembolso do IRS. O MPT lembra que, quem não tiver dinheiro, pode recorrer ao financiamento bancário e que há prestações a partir dos oito euros. A medida permite também reduzir a dependência energética da Madeira, em relação ao exterior. O programa termina no fim do ano.
Élvio Passos

MPT quer atenção aos agricultores


DN-Data: 30-11-2009

O dirigente do MPT-Madeira, João Isidoro, apelou ontem ao Governo Regional para ter em atenção a agricultura madeirense no Orçamento e Plano para 2010."Apelamos ao Governo Regional para ter em atenção aquilo que a agricultura madeirense significa para muitas famílias que ainda hoje dependem desta actividade", disse João Isidoro em conferência de imprensa.O dirigente do MPT-M considerou ser o momento do Governo Regional passar "das palavras aos actos no sentido dar a este sector o apoio que os agricultores consideram necessários".O Orçamento Regional para 2010 contempla uma verba que ascende a 24 milhões de euros para a agricultura e o desenvolvimento rural.

MPT quer mais atenção às pequenas obras


DN-Data: 28-11-2009
O Movimento Partido da Terra esteve ontem de manhã em Santa Cruz para pedir à Câmara Municipal local e mais concretamente ao vereador que tutela as obras públicas, Jorge Baptista, uma maior atenção às pequenas obras.O porta-voz da iniciativa, Jaime Silva, deputado na Assembleia Legislativa da Madeira e ex-candidato do MPT à autarquia santa-cruzense diz que a Câmara tem esquecido nas obras mais pequenas, "que muitas vezes são de grande importância para as populações". "Existe muita insatisfação no concelho sobretudo ao nível das pequenas obras, com pequenas vias de acesso e há situações de famílias que estão à beira de um ataque de nervos por obras que foram mal feitas e que não têm continuidade". Este destaca depois alguns acessos que estão a necessitar de maior atenção no concelho, como o Caminho do Salão, o Caminho Diogo Dias e a estrada José Quintal, no Caniço. Outra das críticas de Jaime Silva vai para as deficiências de atendimento do vereador Jorge Baptista. "As pessoas deparam-se no dia-a-dia com a ausência do vereador das obras e quando este marca uma hora a dizer que atende, demora horas até fazê-lo, atrasa-se e deixa as pessoas à espera".
Marco Freitas

quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Paz em Câmara de Lobos




Data: 25-11-2009
Depois da 'guerra de palavras' durante a campanha eleitoral em Câmara de Lobos, a relação entre maioria e oposição neste início de mandato tem sido pacífica. Exemplo disso, a primeira reunião pública que registou um entendimento quase perfeito, que levou mesmo o MPT a retirar uma proposta para que as reuniões de vereação tivessem uma periodicidade semanal. Arlindo Gomes não se mostrou favorável à alteração, mas demonstrou disponibilidade em vir a convocar reuniões extraordinárias ou até mesmo a adoptar futuramente as reuniões semanais, caso a agenda assim o justifique. "Uma abertura importante" considerou João Isidoro, que elogiou: "Arlindo Gomes está a saber ler o resultado das eleições". Assim a única proposta da oposição que figurava na ordem de trabalhos, foi retirada. Antes o PS tivera o mesmo procedimento. Carlos Gonçalves preparava-se para apresentar um protesto por não ter sido convidado aquando da presença em Câmara de Lobos de D. Ximenes Belo, mas Arlindo Gomes esclareceu que não se tratou de uma visita oficial ao Município, mas antes uma passagem pelos Paços do Concelho apenas para 'assinar o Livro de Honra'. Desfeitas as dúvidas, o protesto não avançou. De resto o vereador socialista absteve-se numa proposta de modificação orçamental. Nas restantes deliberações a unanimidade foi a palavra de ordem.
Orlando Drumond

MPT pede ao Governo que guarde dinheiro para o social




Data: 23-11-2009 A
Atenção à qualidade de vida das pessoas, na elaboração do Orçamento da Região para o próximo ano, que é como quem diz, na interpretação da Comissão Executiva do MPT, que é necessário reservar dinheiro para as questões sociais.
O MPT reuniu a Comissão ontem de manhã, e no final, por João Isidoro veio o apelo: "Tenham em atenção a situação de grande dificuldade económica da maioria das famílias madeirenses". Muitas dessas dificuldades são resultantes de desemprego, daí o apelo para que o Governo desenvolva "medidas de consolidação do emprego". João Isidoro propõe também a realização de contratos-programa entre o Governo e as Câmaras, para a concretização de pequenas e médias obras. Pois, defende, apesar de pequenas podem ter muita importância na qualidade de vida das pessoas. O exemplo dado é o da estrada do pedregal em Câmara de Lobos.

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

MPT sugere abaixamento das rendas no Fórum Machico



DN-Data: 16-11-2009
Álvaro Araújo, candidato pelo Movimento Partido da Terra (MPT) nas últimas eleições autárquicas, revelou-se, ontem, a favor da implementação de taxas mais atractivas como estratégia para rentabilizar o espaço do Fórum de Machico.O porta-voz do Partido da Terra diz que a infra-estrutura defraudou as expectativas dos machiquenses e considera que só um abaixamento dos preços poderá suscitar o interesse dos empresários."O Movimento da Terra não está contra estes investimentos, mas entende que as obras devem ser úteis à população", afirmou Álvaro Araújo, criticando os "custos exorbitantes" do Fórum Machico, um investimento "com pouca utilidade para a população".Para colmatar os danos, Álvaro Araújo sugeriu, ontem ao final da manhã, a utilização do espaço dos cinemas, "encerrados há mais de um ano", para promoção de documentários e de filmes pedagógicos, num regime gratuito e ao fim-de-semana.
Patrícia Gaspar

domingo, 15 de Novembro de 2009

Isidoro questiona C.ª de Lobos sobre influência do arquitecto


As perguntas, por escrito, seguem do vereador do MPT para o presidente da Câmara
DN: Data: 10-11-2009

As recentes declarações de Carlos Gonçalves, ex-vereador em Câmara de Lobos, sobre a intervenção do arquitecto Fraga nos processos de licenciamento camarários, em especial na área do Urbanismo, são o pretexto de João Isidoro para colocar um conjunto de questões ao presidente da Câmara Municipal.O vereador do MPT quer que Arlindo Gomes responda muito claramente a sete questões: "Quais são as funções específicas que o senhor arquitecto Fraga desempenha?"; "Ele influencia ou não as decisões de outros departamentos da Câmara Municipal, além do do Urbanismo?"; "Ele influencia ou não a medição das obras públicas e o consequente pagamento aos empreiteiros"; "Ele influencia ou não a recepção final das obras para pagamento final"; "O arquitecto Fraga influencia ou não os critérios e prioridades nos pagamentos a fornecedores e instituições do concelho"; por fim, João Isidoro quer saber se "ele influencia ou não na reclassificação dos funcionários da Câmara Municipal, que há oito anos não é revista".O vereador eleito pelo Partido da Terra faz questão de afirmar que não está em causa qualquer campanha contra o arquitecto em causa, pessoa que, afirma Isidoro, nunca o prejudicou pessoalmente.O vereador diz que se limita a fazer eco de questões que lhe são transmitidas por "muitos e muitos" munícipes, que se sentem lesados pela "influência" de Fraga na Câmara.João Isidoro diz que a sua acção se rege unicamente pelo interesse dos munícipes e é feita em nome da transparência camarária.Como referido ao início, o Isidoro insiste nas críticas e alarga o seu âmbito, depois do ex-vereador do Urbanismo, que, recorda, esteve quatro anos na Câmara, ter afirmado a influência do arquitecto Fraga nos processos de licenciamento. Isto, depois de Arlindo gomes ter afirmado o contrário, em consequência das primeiras acusações lançadas pelo vereador do Partido da Terra.

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

MPT defende Mercado gratuito no Estreito


Jornal da Madeira / Região / 2009-11-13
O MPT vai levar, à Câmara Municipal de Câmara de Lobos, uma porposta no sentido de não ser aplicada qualquer taxa aos produtores que queiram vender os seus próprios produtos no Mercado Municipal do Estreito.Isto porque, segundo João Isidoro, o mercado local está “às moscas”, sem ninguém durante a semana e meia dúzia de vendedores ao fim-de-semana.O vereador na Câmara Municipal de Câmaar de Lobos lembrou ontem que «um dos grandes problemas da pequena agricultura na Madeira tem a ver, em primeiro lugar, com a orografia dos nossos terrenos, que implica custos de produção muito altos, muitas vezes incomportáveis para o rendimento que os agricultores tiram da agricultura».«O agricultor confronta-se ainda, diariamente, com o preço produtivo dos seus produtos e também com o problema do escoamento.Os mercados municipais poderiam ter aqui um papel importante no escoamento dos produtos. No caso do Mercado do Estreito, pela sua localização e pelo facto de não ser um edifício que foi adaptado à função, pode-se mesmo falhar em autêntico falhanço», disse ainda.Segundo João Isidoro, «a Câmara Municipal não quis ter em conta os reparos feitos pelos produtos, comerciantes e consumidores, e isto falhou em toda a prova». João Isidoro lembra que a rentabilidade que a autarquia tira do espaço é pouca ou nenhuma, pelo que a isenção das taxas não iria trazer mossas ao orçamento camarário e poderia levar a um maior aproveitamento do espaço.

Miguel Angelo

Será só coincidência?



Será uma conspiração contra José Sócrates? Não terá chegado o momento limite de um esclarecimento célere e sério ao país?


Muito se tem escrito e falado sobre o envolvimento do Primeiro Ministro, José Sócrates, em casos polémicos, nomeadamente; o caso freeport, aterros na Cova da Beira; Licenciamentos de obras na Câmara da Covilhã; Licenciatura de Engenharia na Universidade Moderna e mais recentemente escutas telefónicas com Armando Vara a propósito do sucateiro Godinho.


Aquilo que o cidadão comum gostaria de saber nesta altura é se tudo isto são coincidências, campanhas difamatórias contra o líder do PS, ou se há algum "k" de verdade em todos estes casos.


Enquanto estes casos não forem devidamente esclarecidos está em causa a credibilidade das instituições democráticas e o exercício da acção política e governativa.


Depois não se queixem do alheamento dos eleitos relativamente à vida pública.


quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

MPT solidário com os docentes avança com iniciativas no Parlamento



DN-Data: 11-11-2009
São várias as propostas que o Movimento Partido da Terra (MPT) vai apresentar no Parlamento da Madeira, em solidariedade para com a classe docente.João Isidoro, líder do partido, esteve reunido com a direcção do Sindicato dos Professores da Madeira (SPM). A estrutura sindical tem sido recebida por vários partidos e, ontem, foi a vez do MPT. No rescaldo do encontro, João Isidoro anunciou que vai entregar, na Assembleia Legislativa, uma proposta de lei com vista à contagem para efeitos de carreira do tempo de serviço congelado a partir de 2005.O MPT quer também ver regulamentada a classificação de 'bom' atribuída aos docentes na Madeira e pede o fim da prova do 5º escalão.
Patrícia Gaspar

Isidoro questiona C.ª de Lobos sobre influência do arquitecto




As perguntas, por escrito, seguem do vereador do MPT para o presidente da Câmara
DN-Data: 10-11-2009

As recentes declarações de Carlos Gonçalves, ex-vereador em Câmara de Lobos, sobre a intervenção do arquitecto Fraga nos processos de licenciamento camarários, em especial na área do Urbanismo, são o pretexto de João Isidoro para colocar um conjunto de questões ao presidente da Câmara Municipal.O vereador do MPT quer que Arlindo Gomes responda muito claramente a sete questões: "Quais são as funções específicas que o senhor arquitecto Fraga desempenha?"; "Ele influencia ou não as decisões de outros departamentos da Câmara Municipal, além do do Urbanismo?"; "Ele influencia ou não a medição das obras públicas e o consequente pagamento aos empreiteiros"; "Ele influencia ou não a recepção final das obras para pagamento final"; "O arquitecto Fraga influencia ou não os critérios e prioridades nos pagamentos a fornecedores e instituições do concelho"; por fim, João Isidoro quer saber se "ele influencia ou não na reclassificação dos funcionários da Câmara Municipal, que há oito anos não é revista".O vereador eleito pelo Partido da Terra faz questão de afirmar que não está em causa qualquer campanha contra o arquitecto em causa, pessoa que, afirma Isidoro, nunca o prejudicou pessoalmente.O vereador diz que se limita a fazer eco de questões que lhe são transmitidas por "muitos e muitos" munícipes, que se sentem lesados pela "influência" de Fraga na Câmara.João Isidoro diz que a sua acção se rege unicamente pelo interesse dos munícipes e é feita em nome da transparência camarária.Como referido ao início, o Isidoro insiste nas críticas e alarga o seu âmbito, depois do ex-vereador do Urbanismo, que, recorda, esteve quatro anos na Câmara, ter afirmado a influência do arquitecto Fraga nos processos de licenciamento. Isto, depois de Arlindo gomes ter afirmado o contrário, em consequência das primeiras acusações lançadas pelo vereador do Partido da Terra.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

MPT quer Governo a pagar ligação do Curral à sede do concelho





DN-Data: 08-11-2009

A Câmara Municipal de Câmara de Lobos, o Governo Regional e a oposição, em especial o MPT, têm uma coisa em comum: todos defende uma ligação viária do Curral das Freiras à sede do concelho. A afirmação é de João Isidoro e foi proferida ontem naquela freguesia de Câmara de Lobos. João Isidoro diz que o problema coloca-se quando há que decidir quem paga. A Câmara não tem capacidade orçamental para uma obra daquelas, por isso, defende o líder do MPT e vereador em Câmara de Lobos, que deve ser o Governo Regional a assumir a obra. Isidoro acha mesmo que a estrada em causa já deve ser inscrita no Orçamento e Plano da Região para 2010.O vereador diz que "basta de jogo do empurra" entre a autarquia e o Governo de Jardim.
Élvio Passos

video

sábado, 7 de Novembro de 2009

Lei de Finanças Regionais


A nova versão da Lei de Finanças Regionais, aprovada recentemente na Assembleia Legislativa da Madeira, quase por unanimidade, já se encontra na Assembleia da República onde será discutida e votada brevemente no modelo de agendamento potestativo.


É grande a expectativa relativamente ao sentido de voto dos partidos da oposição com representação nas Assembleias da República e da Madeira.


O PCP-Madeira, pela voz do seu líder, Dr. Edgar Silva, já anunciou que o voto da sua bancada na Assembleia da República será favorável. PARABÉNS PELA COERÊNCIA.

MPT acha que Câmara de Lobos merece um campo relvado

Seria mais apropriado um campo destes:




Vereador acusa Governo e IDRAM de esquecerem o concelho
DN-Data: 01-11-2009

O vereador do MPT na Câmara Municipal de Câmara de Lobos, João Isidoro, classificou, hoje, em conferência de imprensa, como “escandalosa” a situação das infraestruturas desportivas naquele concelho, designadamente a inexistência de um campo relvado em todo o município ou de um pavilhão no Estreito.O autarca lembrou que o concelho tem uma população jovem, que gosta do desporto e que até forma jogadores para a I Liga de futebol. Por isso, merecia ter um campo relvado, em vez de possuir “o único campo de terra da Madeira”. “Machico e Santa Cruz têm cinco e seis campos relvados, e Câmara de Lobos tem apenas o campo sintético do Carmo. São Vicente tem dois campos relvados e não tem nenhuma equipa de futebol”, apontou Isidoro, que acusou o Governo e o IDRAM de falta de rigor e de critérios na construção das infraestruturas desportivas. Parte das culpas é remetida à Câmara Municipal, que “nunca soube, junto do Governo, defender os interesses do concelho”. Isidoro definiu como “situação de quarto mundo” o piso e os balneários dos campos de Câmara de Lobos e concluiu com um alerta: “Quando o Governo diz que é preciso investir no desporto para tirar os jovens dos maus caminhos, não é com situações destas que isso acontece”.

Miguel Fernandes Luís



'Pelado' de Câmara de Lobos é de “4º mundo”
Isidoro critica falta de condições para a prática desportiva
DN-Data: 01-11-2009
O líder e vereador do MPT em Câmara de Lobos, João Isidoro, acusa a autarquia e o Instituto do Desporto de não apostarem na promoção do desporto no concelho.Segundo Isidoro o concelho não oferece aos seus jovens as melhores condições para a prática desportiva. O vereador considera o campo pelado de Câmara de Lobos uma infra-estrutura ao nível do “4º mundo”. “Centenas de jovens têm de treinar e jogar numa situação que eu considero mesmo de quarto mundo, quer em termos do campo, quer de todas as estruturas, nomeadamente de balneário”, afirmou João Isidoro.O vereador avança que irá levar a questão à autarquia, procurando desta forma também a atenção do Governo Regional para as condições para a prática desportiva no concelho.
Artur de Freitas Sousa




quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

João Isidoro defende redução do IMI

Jornal da Madeira / Região / 2009-10-27
Vereador do MPT reafirma compromissos assumidos para Câmara de Lobos
O vereador eleito pelo Partido da Terra na Câmara Municipal de Câmara de Lobos vai debater-se pela redução do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).João Isidoro falava no âmbito de uma iniciativa levada a cabo, ontem, à margem da cerimónia de tomada de posse da nova vereação. Na oportunidade, mostrou-se ofendido com as críticas feitas pelo presidente da Câmara, durante uma entrevista mas que o autarca “acabou por dar razão à minha proposta, ou seja, reconheceu que há injustiças (ao nível do IMI) que são necessárias reparar”.O vereador recém-empossado quer saber, da parte da Câmara Municipal, o que é que o representante da autarquia tem feito junto da Comissão de Acompanhamento do IMI, “se tem defendido os interesses do concelho, nomeadamente, combatido as injustiças que o presidente reconhece que existem”, frisou.João Isidoro defende, ainda, a realização de reuniões de Câmara semanais, no sentido de melhorar o serviço aos munícipes, que são mais de 40 mil.Recordou que estes foram alguns dos compromissos manifestados durante a campanha eleitoral e garantiu que “há áreas fundamentais pelas quais eu me vou debater ao longo deste mandato”.O vereador do Partido da Terra vai, também, defender a construção de um conjunto de pequenas e médias obras que, no seu entender, “são fundamentais para o desenvolvimento do concelho de Câmara de Lobos, uma vez que as chamadas grandes obras já estão construídas”. É o caso da ligação entre o Curral das Freiras e a sede do concelho.João Isidoro garante que fará “um mandato com propostas e ideias” e que a sua postura será “de respeito” embora fazendo uma oposição firme.

Élia Freitas

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

2011 Poderá marcar um novo estilo de governação e uma nova forma de exercício da acção política.

Artigo de Opinião:
João Isidoro
2011
DN-Data: 26-10-2009

Outubro de 2011 poderá marcar um novo ciclo na vida política regional. Poderá marcar, sobretudo, um novo estilo de governação e uma nova forma de exercício da acção política, quer por parte de quem ganhar as eleições, quer por parte dos partidos políticos que se vierem a constituir em oposição. Vem isto a propósito, das sistemáticas e repetidas declarações do Dr. Alberto João Jardim de que deixará de ser candidato, pelo PSD, a partir das eleições para a Assembleia Legislativa Regional da Madeira em Outubro de 2011 e, consequentemente, da formação do próximo elenco governativo. Sem contestar a obra feita na Região sob a liderança de Alberto João Jardim, da qual sempre se poderá dizer: (1) que se desconhece se outros fariam mais, melhor e diferente; (2) que as gerações futuras ficam com um crédito incalculável na assumpção de responsabilidades financeiras dessa obra; há uma verdade que reputamos como insofismável. Na eventualidade bastante evidente do PSD continuar a ser governo na Madeira, renovando-se por dentro, parece-nos consensual que, mesmo assim, se iniciará um novo ciclo político, um novo estilo de fazer política e que surgirá, sobretudo, uma nova geração de políticos e de governantes. Em simultâneo, 2011 colocará também à prova a capacidade da oposição poder ou não gerar junto dos eleitores madeirenses uma alternativa séria e credível à governação de mais de três décadas do PSD com maioria absoluta.E quando se fala em alternativa, fala-se, naturalmente, do partido que tem essa responsabilidade moral e histórica, por ser desde sempre a segunda força política na Região Autónoma da Madeira. Infelizmente, a fazer fé no seu passado mais recente mas, sobretudo no seu presente, estamos em crer que dificilmente desempenhará esse papel. Para mal da democracia e da autonomia. O mais provável é que, em Outubro de 2011, continuemos a ver os mesmos partidos da oposição a lutar pelo aumento do seu "score" eleitoral e do número dos seus deputados e não, como seria desejável e salutar, a disputar a liderança do governo regional com verdadeira ambição de poder e de vencer.É neste cenário que, embora admitindo ser pessimista, assumimos como a probabilidade mais viável e com base nos resultados eleitorais das últimas autárquicas, que o MPT-Madeira está já a preparar as eleições regionais de 2011 com o objectivo razoável e passível de ser atingido de eleger um grupo parlamentar.O MPT-Madeira apresentar-se-á às eleições regionais de Outubro de 2011 não ainda como uma alternativa para ganhar as eleições e formar governo, mas sim como uma alternativa de voto a todos os madeirenses e porto-santenses defensores de uma oposição séria, responsável e geradora de propostas alternativas para ajudar a resolver os problemas das famílias e da economia regional.A postura de seriedade e de combatividade que tem vindo a ser prática na acção política do Partido da Terra será, certamente, reconhecida pelos madeirenses com a eleição de um grupo parlamentar em Outubro de 2011. Com trabalho e com a unidade na acção que tem caracterizado o jovem MPT-Madeira, estamos convictos de poder vir a atingir tal objectivo.

MPT pede diálogo entre PSD e restantes forças partidárias



João Isidoro
Tendo em conta a actualidade política, o Movimento Partido da Terra (MPT) desafiou ontem o PSD e o Governo Regional para dialogar com as restantes forças partidárias a nível nacional e com a República, no sentido de fazer aprovar a nova versão da Lei das Finanças Regionais.No final da reunião realizada ontem, João Isidoro disse que «é fundamental que o PSD e o Governo Regional tenham a partir deste momento a capacidade e a humildade de dialogar com todos os partidos com assento da Assembleia da República, e também com o Governo da Repúblico no sentido da Lei das Finanças Regionais ser aprovada».Segundo o líder deste partido, é a Região autónoma da Madeira e não o país a iniciar essa diplomacia no sentido de ser resolver um problema que tanto tem afectado a economia das famílias e das empresas, o que consequentemente tem posto em causa muitos postos de trabalho. Como diz o povo “as moscas apanham-se com mel” e, acabada a campanha eleitoral, é o tempo de tomar esta iniciativa», salientou João Isidoro.Para o MPT, «se o PSD e o Governo Regional não forem capazes de, humildemente, em nome dos interesses da região, tomar esta iniciativa, criando condições para que esta lei seja aprovada, terão então que ser responsabilizados por um eventual falhanço de uma lei fundamental para os interesses da Região. O Governo Regional não pode continuar a pedir ao sector privado aquilo que compete ao sector público», afirmou.

domingo, 25 de Outubro de 2009

Vereador do MPT desafia presidente


dn-Data: 25-10-2009
João Isidoro assegura não se sentir "amedrontado com as ameaças de processos-crime", prometendo antes continuar uma "oposição activa" em Câmara de Lobos com o firme propósito de "moralizar a Câmara".Sobre as denúncias em relação ao comportamento do arquitecto Fraga: "mantenho o que disse", reafirma. Alega ter expressado apenas o sentimento que muitos câmara-lobenses lhe têm transmitido. Desafia por isso Arlindo Gomes a "abrir um inquérito" à actuação deste técnico municipal nas áreas das obras particulares e públicas, e que "permita que as pessoas que se sentem lesadas possam depor". Criticou de resto o presidente da autarquia de ter "o hábito de levantar suspeitas sobre a honra e a dignidade dos outros, mas sem as concretizar", concluiu.
O.D.

ARLINDO GOMES PADECE DE CULTURA DEMOCRÁTICA!

Arlindo Gomes não sabe conviver com a democracia, não sabe respeitar a opinião dos outros, à falta de argumentos entra com facilidade na ofensa à honra e à dignidade dos seus adversários, sem concretizar nenhuma das insinuações.

Arlindo Gomes até hoje não deu nenhum contributo à democracia!


Arlindo Gomes nunca precisou de trabalhar para ser eleito, Arlindo foi, simplesmente, nomeado presidente da Câmara pelo Dr. Alberto João Jardim, foi eleito pela máquina do PSD e pelo carisma do seu líder.


Nestes próximos 4 anos o vereador do MPT terá a responsabilidade de ensinar-lhe a conviver com a democracia, ou seja, a respeitar a opinião dos outros, se quiser ser respeitado.

Arlindo Gomes não perdeu tempo

DN-Data: 24-10-2009
Domingo último veio a público, através do DIÁRIO, a pretensão de João Isidoro afastar o arquitecto que é chefe de divisão na autarquia de Câmara de Lobos [Ricardo Fraga]. Entre outras irregularidades Isidora, acusou Fraga, de ter usado "o poder que tinha para massacrar e espezinhar o povo de Câmara de Lobos". Logo no dia seguinte, o presidente da Câmara remeteu as declarações 'de Isidoro para o departamento jurídico da edilidade, com ordens expressas para proceder civil e criminalmente, não só contra o denunciante, mas também contra quem as reproduziu, ou seja o DIÁRIO.Agastado com o teor das declarações tornadas públicas, Arlindo Gomes classificou de "falta de senso" a sua reprodução. "As declarações do senhor [João Isidoro] são bastante atentatórias ao bom-nome e à dignidade das pessoas e acho que já chega. Já acabou o período eleitoral", advertiu o presidente, que garantiu que a Câmara já remeteu "esta matéria para avaliação jurídica, de modo a instaurar os respectivos procedimentos, com processos quer civis quer criminais, contra quem prestou estas declarações e contra os órgãos que as reproduziram". Arlindo esclarece que "o técnico municipal em causa neste mandato já não era responsável pelos projectos de obras particulares. A pessoa em causa é director de departamento da câmara, que tem a tutela de todo um departamento, mas não tem das obras particulares, porque essas estão numa área separada que reportava directamente ao vereador [Carlos Gonçalves] que agora cessou funções". Isidoro "quer arranjar palco"Confrontado com uma previsível oposição mais incisiva no próximos quatro anos, pelo menos de Isidoro, Arlindo Gomes diz que irá pautar a sua actuação "pelo diálogo e pelo bom relacionamento", mas põe desde já os 'pontos nos is'.Em relação ao autarca do MPT Arlindo lança o apelo: "Gostaria que esse senhor não viesse para aqui arranjar um palco com outros objectivos que não são o concelho". E contra-ataca pedindo a quem o conhece que faça "uma avaliação do que é que esse senhor fez até hoje na vida. O que é que construiu, o que é que é palpável e visível? Eu tenho obra feita, mesmo antes de vir para a política. Foi à custa do meu esforço que sou o que sou hoje", frisou.
Orlando Drumond

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

MPT-Madeira propõe a baixa do IMI em Câmara de Lobos:

Assunto: Criação de uma Comissão para estudar novos valores do IMI a praticar em Câmara de Lobos.

Considerando que a maioria das famílias de Câmara de Lobos vive, hoje, em situação de enormes dificuldades financeiras, muitas delas desempregadas ou com emprego precário e outras a subsistirem de pequenos rendimentos da agricultura e do sector de serviços;

Considerando o esforço que muitas famílias, sobretudo casais jovens, despendem para adquirir ou construir casa própria, não recorrendo, por isso, a verbas do erário público;

Considerando que grande parte das habitações foi e é construída com grande esforço de poupanças, ajudas familiares e com recurso a empréstimos bancários;

Considerando que a Câmara Municipal de Câmara de Lobos pratica um dos valores mais altos de IMI do País e da Região, superior a zonas de luxo das cidades de Lisboa e Porto, com índices de 1.4 e 1.6 e, só a título de exemplo, na Rua da Marinheira, Freguesia do Estreito, o valor é de 1.8;

Considerando que, na prática, os munícipes de Câmara de Lobos acabam por pagar de IMI um verdadeiro aluguer mensal da sua própria habitação, para além das prestações que pagam ao banco;

Considerando que a Câmara Municipal está, nesta altura, a proceder à avaliação e actualização dos prédios mais antigos, aumentando assim o IMI dos valores actuais que rondam os 30€ a 100€ para valores que poderão atingir os 500€ a 700€;

Considerando que alguns senhorios que recebem 20€ de renda mensal poderão, com esta actualização, vir a pagar 50 a 70 € mensais de IMI;

Considerando ainda que a Câmara Municipal de Câmara de Lobos pratica uma das mais altas taxas no saneamento básico, lixo e água;

Considerando, finalmente, a necessidade de uma reflexão séria e serena sobre estes valores praticados aos munícipes;


O Vereador eleito pelo Partido da Terra propõe a criação de uma comissão que analise os valores do IMI praticados em todas as zonas do Concelho de modo a encontrar uma base justa e razoável a pagar, de acordo com a situação financeira das famílias e da economia do Concelho.

Câmara de Lobos, 22 de Setembro de 2009
O Vereador eleito pelo MPT-M na CMCL

João Isidoro Gonçalves



segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

MPT prepara 2011



DN-Data: 19-10-2009
Já a pensar na eleição de um Grupo Parlamentar em 2011, o líder regional do Movimento Partido da Terra (MPT) acredita que a estrutura partidária tem agora todas as condições para concretizar a sua ambição.Ontem, João Isidoro procedeu a uma análise dos últimos resultados eleitorais, considerando que o MPT saiu reforçado das autárquicas. "O partido vem crescendo de forma sustentada", frisou o dirigente político. Isidoro lembra que "nestas eleições, o MPT subiu para 5 mil votos nas câmaras e nas freguesias 20 mil e 600 votos", pelo que o partido tem bases para pensar na eleição de um grupo parlamentar em 2011.Até lá o MPT vai incrementar os contactos com a população e a defesa dos desempregados, dos idosos e dos pequenos comerciantes com dificuldades financeiras.
P. G.
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Jornal da Madeira / Região / 2009-10-19

João Isidoro
MPT/Madeira quer Grupo Parlamentar
“Os resultados eleitorais autárquicos confirmam o crescimento do Movimento Partido da Terra (MPT) na Madeira”, disse o líder, João Isidoro, no final do encontro da Comissão Política Regional, reunida ontem. “Nos três actos eleitorais anteriores o MPT consolidou os seus eleitores na ordem dos três mil votos e, nestas eleições, subiu para cinco mil votos nas Câmaras Municipais, e cinco mil e seiscentos nas Assembleias de Freguesia. Isto é o resultado animador que aumenta a nossa responsabildade enquanto partido político”, disse aquele dirigente do MPT.A meta agora é conseguir um “Grupo Parlamentar na Assembleia Legislativa Regional, nas próximas eleições, em 2011”, garantiu.Para além destes objectivos, o MPT compromete-se a trabalhar pelas populações em geral, desempregados, idosos, pequenas e médias empresas no comércio, na agricultura, e em vários outros sectores de actividade que passam actualmente por dificuldades”.

Francisco Barros será vereador em Câmara de Lobos por um período de tempo a definir.

A Exemplo do que se vem verificando na Assembleia Legislativa da Madeira, entre os três primeiros eleitos do MPT-M, também em Câmara de Lobos, haverá rotatividade na vereação camarária entre João Isidoro e o nº 2, Francisco Barros.
No tempo considerado adequado, Francisco Barros substituirá João Isidoro por um tempo a definir pela Concelhia Local.









Francisco Barros

domingo, 18 de Outubro de 2009

Arquitecto acusado de "massacrar e espezinhar" a população


Isidoro quer afastar chefe de divisão em Câmara de Lobos
DN - Data: 18-10-2009

João Isidoro exige que o chefe de Divisão de Obras na autarquia de Câmara de Lobos, o arquitecto Ricardo Fraga, seja afastado das 'ingerências que vem exercendo dentro da autarquia, onde o principal "sacrificado" é o povo do concelho. O novo vereador na oposição camarária acusa o visado de prejudicar muitos munícipes por causa de interesses profissionais e por isso não quer que este se intrometa nas decisões da vereação, nem sequer para dar pareceres. "Aquilo que eu vou propor no início do mandato é que este senhor [Arq. Fraga] cumpra rigorosamente as suas funções de chefe de divisão da Câmara no quadro interno, mas que não tenha nenhuma relação com aquilo que são as obras públicas ou privadas de modo a que o concelho de Câmara de Lobos se possa libertar finalmente de alguém que usou o poder que tinha para massacrar e espezinhar o povo de Câmara de Lobos", salienta Isidoro. "Espero que a proposta seja aceite e que seja um membro da nova vereação e do partido que ganhou, que são os eleitos pelo povo, a ter a responsabilidade das obras e mesmo no que toca aos pareceres técnicos, que este senhor não volte a ter qualquer responsabilidade nessa matéria", advertiu. "É uma luta que eu vou travar pelas pessoas e pelo bem deste concelho", sustentou o novo autarca. Muitas razões de queixaDe resto João Isidoro não poupa nas criticas à actuação do chefe de divisão em causa, responsabilizando não só a vereação cessante, mas sobretudo o presidente Arlindo Gomes, acusando-o de "cúmplice".O também líder do MPT "no seguimento daquilo que foram os últimos resultados eleitorais em Câmara de Lobos, onde ficou bem expresso o grande descontentamento que a população do concelho vinha manifestado em relação à gestão de Arlindo Gomes", diz que além do presidente há uma outra pessoa que "contribuiu muito para esse descontentamento", apontando o nome do arquitecto Ricardo Fraga. "Esse senhor durante muitos anos teve a responsabilidade das obras particulares", começa por lembrar, para acusá-lo de ter "sacrificado o povo" e ter criado "um enorme sofrimento às pessoas deste concelho". Isidoro assegura que "houve projectos de habitação familiar que esperaram dois ou até três anos" e pior do que isso, acusa, "muitos deles não foram aprovados pela simples razão dos projectos terem sido feitos em gabinetes, que não aqueles a que estava ligado o sr. arquitecto Fraga". Nem a passagem das obras particulares para as obras públicas convenceu Isidoro. "Passou a ter a mesma atitude, acima de tudo vingativa em relação a muitos aglomerados populacionais onde havia pessoas que demonstraram o seu descontentamento em relação à forma como ele geria o pelouro das obras particulares". Por todo o enunciado, João Isidoro não tem dúvidas. "Hoje é uma pessoa que continua a criar um enorme sofrimento aos munícipes" e além disso, "há pequenas obras que não se fazem porque está tudo na mão dele", acusa. Daí a proposta que irá apresentar logo na primeira reunião da nova vereação de Câmara de Lobos.
Orlando Drumond

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Reunião da Comissão Política do MPT-Madeira

O MPT-Madeira reúne a sua Comissão Política Regional no próximo Domingo, dia 18, na sua sede regional, à Rua da Alfândega, 46-3º, a fim de analisar a situação política regional, nomeadamente os resultados das eleições autárquicas/2009.

MPT contra aumentos da TAP


DN - Política - Data: 16-10-2009
O Movimento Partido da Terra (MPT) emitiu, ontem, um voto de protesto contra o aumento das tarifas da TAP nos voos entre a Madeira e o Continente.O protesto encaminhado para a Assembleia Legislativa da Madeira e assinado pelo deputado Jaime Silva condena o acréscimo de cinco euros no custo da deslocações para território continental.Com esta medida, a Transportadora Aérea Portuguesa está, no entender do MPT, a discriminar negativamente os madeirenses que "são tão portugueses como os outros" e cujos custos das deslocações em território nacional deveriam ser melhor analisadas por quem tem responsabilidades em decidir sobre tarifas aéreas.Entende Jaime Silva que os madeirenses merecem "um cuidado maior" e que a decisão da TAP "ignora o imperativo da coesão nacional" e põe em prática "uma subliminar prática de intolerável separatismo".No voto de protesto, o deputado do MPT pede ainda que seja dado conhecimento do mesmo ao Ministro dos Transportes e aos deputados pelo círculo da Madeira.O MPT lembra que, "apesar da ténue liberalização (...), a TAP continua a ter o monopólio do único meio de transporte que serve na aproximação" entre a Região e o Continente.
Patrícia Gaspar

Isidoro quer reuniões semanais em C.ª Lobos

DN-Data: 15-10-2009

Um dos novos vereadores de Câmara de Lobos quer que a Câmara passe a se reunir todos as semanas, em vez de quinzenalmente, como agora acontece.





Essa é uma proposta que João Isidoro vai fazer na primeira reunião daquele órgão, com a nova equipa. O vereador do MPT diz que um concelho que tem mais de 40 mil habitantes, mais de 30 mil eleitores e que está em crescimento, por uma "questão de operacionalidade", deve reunir o executivo todas as semanas. Isidoro diz que se impõem respostas mais céleres e que os munícipes não podem continuar a ser penalizados. "Mesmo que haja vereadores a tempo inteiro, há assuntos que devem ir à Câmara".Isidoro espera "sensibilidade" de Arlindo Gomes para estas questões, até porque é preciso que saiba interpretar os sinais dados pelos camara-lobenses, com a penalização em urna do actual presidente. Outra das propostas que vai fazer, é que a equipa de Arlindo Gomes, neste mandato, aposte essencialmente em pequenas e médias obras que são capazes de se traduzir em qualidade de vida para os munícipes. Isidoro dá três exemplos: a estrada do Pedregal, a do Salão e as casas de banho pública no Estreito e em Câmara de Lobos. Por fim, outra das prioridades de Isidoro é tentar que a autarquia "baixe significativamente" o IMI.Rotatividade garantidaJoão Isidoro vai assumir o mandato de vereador, ganho no último domingo, mas não vai desempenhar as funções durante todo o mandato. Em parte dos quatro anos, quem se vai sentar à mesa nas reuniões da vereação vai ser Francisco Barros. O dirigente do MPT diz que ainda não está definido durante quanto tempo isso vai acontecer, mas que é algo que está garantido.Isidoro interpreta o resultado obtido por Arlindo Gomes como uma prova do descontentamento pela governação do concelho, o que há algum tempo o partido vem a denunciar, garante o vereador eleito.
E. P.

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Veja os resultados eleitorais no seguinte link:

http://www.dnoticias.pt/diario/graficos/121009/Autarquicas2009.pdf

MPT-MADEIRA COM RESULTADO ANIMADOR NA REGIÃO:

O MPT-Madeira alcançou 5 mil votos nas eleições autárquicas no plano regional ao nível das Câmaras Municipais.
Este resultado para um partido com dois anos e meio de existência na Madeira, deve ser motivo de mobilização de todos os dirigentes, militantes e simpatizantes paras as próximas batalhas eleitorias.
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sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

João Isidoro defendeu as minorias agora quer votos em troca

MPT

Líder do MPT pede o apoio do eleitorado 'laranja' descontente.
DN-Data: 09-10-2009
O pedido saiu directamente das novas instalações do Movimento Partido da Terra (MPT), no Funchal. João Isidoro quer o voto do eleitorado câmara-lobense insatisfeito com a gestão do social-democrata Arlindo Gomes. Durante uma conferência de imprensa promovida na Rua da Alfândega, o líder do MPT evocou o trabalho feito em benefício da população de Câmara de Lobos para apelar, depois, ao voto no seu partido."Tenho defendido em todas as circunstâncias, os pescadores, os agricultores e quem procura médicos de especialidade nos centros de saúde", afirmou João Isidoro.O câmara-lobense promete fazer uma oposição séria e que "não vai ceder à Câmara" de Arlindo Gomes cuja gestão privilegiou "o interesse pessoal".
Patrícia Gaspar

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

video

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Câmara tem gerido "interesses de amigos"

MPT

DN-Data: 07-10-2009
"A câmara deve ter a preocupação de ouvir, resolver e tratar toda a gente igual", sublinha o João Isidoro Gonçalves. O cabeça-de-lista do MPT por Câmara de Lobos lamenta que a autarquia, nestes quatro anos, tenha feito "uma gestão de interesses, ao serviço dos amigos e do presidente". O compromisso do Partido da Terra, garante, "é com as pessoas, com a população do concelho". Ontem, a três dias do final da campanha eleitoral, João Isidoro escolheu o Pico da Torre, que oferece uma vista sobre grande parte do concelho, para fazer um apelo directo ao voto. Pescadores e agricultores, mereceram uma atenção especial. Acompanhado por cerca de duas dezenas de militantes, o candidato do Partido da Terra lembrou que, nas eleições autárquicas, "mais importante do que votar nos partidos é valorizar as pessoas".Pessoas que, recorda, "ao longo do tempo, deram provas de serem capazes de defender as populações".Isidoro recorda aos eleitores que, nos últimos anos, sobretudo na Assembleia Legislativa da Madeira, defendeu "todos os agricultores e os pescadores, em todas as circunstâncias".O porto de pesca, diversas batalhas sociais, como a abertura dos centros de saúde e apoio às famílias mais carenciadas, estão entre as várias situações que o MPT procurou resolver."O que quero pedir que façam, no próximo domingo é que pensem nas pessoas que são capazes de defender os problemas de quem se desloca à câmara", conclui.
Jorge Freitas Sousa
ISIDORO APELA AO VOTO DOS CAMARALOBENSES
João Isidoro, candidato do Movimento
Partido da Terra às eleições autárquicas
no concelho de Câmara de Lobos, apelou
ontem ao voto da população no próximo
dia 11 de Outubro. Um voto de confiança
“em quem sempre defendeu os interesses
dos camaralobenses”.

“É importante que no próximo dia 11 de Outubro os
eleitores do concelho de Câmara de Lobos votem em
quem sempre defendeu os seus interesses”, explicou o
candidato do Movimento Partido da Terra àquela autarquia.
Isidoro explicou, neste sentido, que ao longo de duas
décadas foram realizadas várias iniciativas e apresentadas
várias propostas para a melhoria das condições
de vida dos munícipes e, por isso, a importância de um
“voto pela mudança”.
O candidato referiu, por exemplo, a área da agricultura
onde têm defendido os apoios não só para manter o
verde da paisagem mas para que o agricultor tenha rendimentos
da sua produção, os produtores da uva negra
mole e o aumento do preço por quilo e os pescadores e
a construção de um porto de pesca.
Também as questões sociais, anteriormente abordadas,
constituem neste projecto eleitoral uma das prioridades.
João Isidoro revelou que é preciso um apoio adequado
aos idosos, bem como médicos especializados
nos centros de saúde do concelho.
Por isso, face à necessidade de defender estas ideias,
apelou ao voto no Partido da Terra. “Nunca me recusei
a ouvir e a ajudar as pessoas”, disse, reforçando a necessidade
de alterar a realidade de Câmara de Lobos.
Diário cidade - TC

Por melhores políticas sociais


Roberto Vieira garante que Candidata por Sto. António é pessoa ideal para isso
DN-Data: 06-10-2009

Sentados numa praceta, abrigados do sol que a meio da manhã despontava já após uma noite e manhã chuvosa, os candidatos do MPT-Madeira à Câmara do Funchal e à Junta de Freguesia de Santo António, falavam entre si a melhor forma de abordar os últimos dias de campanha, na qual pretendem imprimir uma dinâmica que de votos no próximo dia 11 de Outubro.E nada melhor que falar de políticas sociais, uma das principais bandeiras dos partidos nos programas eleitorais. E foi isso mesmo que fez Roberto Vieira, candidato do Movimento Partido da Terra a um lugar de vereador na maior autarquia da Região, que ontem dedicou a manhã para dar apoio à sua escolha para um lugar na maior Assembleia de Freguesia da Madeira. Sem querer fazer muitas promessas, Roberto Vieira apresentou Neli Pereira, pessoa que diz ter dado provas de seriedade. "É uma pessoa séria, que defende os valores, que está ligada ao social nas paróquias da freguesia de Santo António e, por isso, acredito que será uma mais-valia na Junta de Freguesia", começou por resumir. Com a candidata ao seu lado, Roberto Vieira expôs ainda as razões de defender a viabilidade de uma voz diferente na Junta de Freguesia: "Esta candidatura tem um porquê. Sabemos que existe uma equipa concorrente a esta Junta [o PSD] que vai vencer, com certeza, as eleições, mas que precisa de uma oposição que trabalhe com seriedade e credibilidade". Confiante que Neli Pereira será a tal oposição que "não terá medo de criticar quando for preciso dizer mal e, também, elogiar quando for preciso dizer bem, mas apresentando propostas de resolução dos problemas", garante.Um apelo aos eleitores de Santo António que conhecem a candidata do MPT, extensível aos "familiares, amigos e vizinhos", pois "é possível mudar a forma de gestão da Junta de Freguesia", assegura. "Esta Junta tem gerido muito mal a freguesia e a equipa [do PSD] que vem é nova, mas só no cabeça-de-lista. As pessoas também têm de mudar, para que a freguesia possa mudar para melhor", atira em conclusão. 13 compromissos para mudar votoEntre as várias propostas generalistas do seu programa de candidatura à Câmara Municipal do Funchal, Roberto Vieira tem várias propostas de âmbito social, que diz serem as tais "razões para mudar" o voto no dia 11 de Outubro.Entre essas o "apoio às famílias carenciadas", o "apoio ao material escolar dos jovens das famílias carenciadas", um "maior apoio e divulgação das actividades para a Terceira Idade", "criar um gabinete de apoio gratuito á legalização de habitação e terrenos da freguesia", "divulgar e apoiar causas de solidariedade", "apoiar através de técnicos de acção social as pessoas mais carenciadas, idosos acamados e portadores de deficiência", entre outras.
Francisco José Cardoso

MPT foi ao Caniço pedir ligação entre Serralhal e Castelo


Jornal da Madeira / Região / 2009-10-05

Eleições
O Movimento Partido da Terra garantiu ontem que «são vários, os populares que estão revoltados com a situação da ligação da estrada do Serralhal à Estrada do Castelo»., na freguesia do Caniço.Jaime Silva, numa iniciativa política no âmbito da campanha eleitoral para as eleições do próximo domingo, dia 11 de Outubro, disse aos jornalistas que esta reivindicação é uma antiga promessa do mandato de Savino Correia.«Quando houve mudança para o dr. José Alberto Gonçalves, esta promessa deixou de fazer parte do programa», disse Jaime Silva. O candidato do MPTdisse mesmo que «documentos com abaixo-assinados para a concretização desta obra desapareceram da Câmara Municipal de Santa Cruz».Fartos de esperar, prosseguiu Jaime Silva, «os populares deitaram mãos à obra». No entanto, quando a iniciaram, «veio o presidente da Câmara Municipal proibir o investimento, dizendo que quem faz a obra é a edilidade».O que é certo, disse ainda aquele candidato do MPT, é que «passados vários anos sobre este episódio, a Câmara não fez nada».


Carla Ribeiro

Candidato à CMPorto Santo


Vieira quer acabar com 'borlas' na CMF



MPT
Data: 04-10-2009

Se fosse eleito vereador, Roberto Vieira acabaria com os estacionamentos gratuitos para quem ocupa cargos de chefia na Câmara Municipal do Funchal (CMF).O candidato do Movimento Partido da Terra lamenta que sejam os detentores de salários elevados a usufruírem de benesses nos parques de estacionamento junto à Câmara, tirando inclusive lugares aos munícipes que procuram aquele serviço."Os barrões da Câmara Municipal do Funchal, os chefes de gabinete e de secção, tem lugares gratuitos e os munícipes ficam sem lugar", criticou, ontem, Roberto Vieira.Durante uma acção de campanha para as eleições autárquicas do próximo dia 11, o candidato do Movimento do Partido da Terra criticou ainda os "valores exorbitantes" que são pagos por quem quer estacionar no Funchal, acrescentando que, para alguns madeirenses, os valores cobrados são demasiado elevados.Roberto Vieira dá como exemplo, os parques junto à Câmara Municipal do Funchal, ao Tribunal e à Igreja do Colégio, considerando que o espaço para estacionamento camarário está mal posicionado.
P. G.

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Jornal da Madeira / Região / 2009-10-04
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Eleições
MPT critica política de estacionamentos da Câmara do Funchal
O Movimento Partido da Terra criticou ontem a política de estacionamentos da Câmara do Funchal. O candidato daquele partido à presidência da CMF esteve ontem junto aos Paços do Concelho para protestar contra os preços «vergonhosos do estacionamento». «São muito caros e o MPT compromete-se a alterar esta situação se eleger um vereador. Vamos apresentar propostas para que acabe esta exploração do cidadão do Funchal», disse Roberto Vieira.O candidato insurgiu-se ainda contra o facto de, junto à Câmara, em frente ao Tribunal, estarem estacionados várias viaturas camarárias, em lugares com parquímetros, sem pagar e ocupando lugares que seriam do cidadão.«Ainda por cima, o parque da Câmara fica ocupado com os carros dos altos quadros da edilidade, porque os funcionários esses cá têm de colocar o carro em parques ou na periferia. A CMF pede para que se deixe o carro em casa, mas não dá o exemplo», criticou.

Miguel Angelo

MPT no Pto. da Cruz questiona prioridades



MPT
DN-Data: 03-10-2009

O dia amanheceu chuvoso, mas nem assim a candidatura do Movimento Partido da Terra (MPT) desistiu de promover uma acção de campanha na freguesia do Porto da Cruz.No concelho de Machico, o candidato à Câmara Municipal local, Álvaro Araújo, disparou criticas contra as prioridades do executivo liderado por Alberto João Jardim e a equipa do autarca Emanuel Gomes.Álvaro Araújo não poupou nas críticas à opção governamental de ter avançado com a construção de um centro cívico que "está agora abandonado". Já sobre o polidesportivo, o candidato do Partido da Terra declarou ser uma obra que nem merece comentários. O Movimento Partido da Terra critica ainda a prioridade de construção atribuída ao campo de futebol. Ao invés, Álvaro Araújo preferia que tivesse avançado a construção de um centro de saúde, já que o actual "não tem condições para receber quem lá trabalha e quem lá vai". Na freguesia do Porto da Cruz, após uma jornada de contactos com a população residente, Álvaro Araújo apelou ainda à estabilização urgente da escarpa, na estrada que liga os sítios do Porto da Cruz, Larano e Maiata.
Patrícia Gaspar

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Jornal da Madeira / Região / 2009-10-03
Eleições
MPT quer novo Centro de Saúde para o Porto da Cruz
O candidato do Movimento Partido da Terra, Álvaro Araújo, esteve ontem no Porto da Cruz a contestar as prioridades da maioria para aquela freguesia.«Eu vim aqui ao centro do Porto da Cruz para falar das prioridades de investimento. Fez-se um centro cívico, que está abandonado, fez-se um campo de futebol e um polidesportivo sobre o qual eu não tenho palavras», disse o candidato numa acção de campanha para as eleições de 11 de Outubro, acrescentando que, em seu entender, «a prioridade seria o Centro de Saúde, pois o actual não dá condições para quem trabalha nem, para quem é lá ser assistido». Outra das prioridades que Álvaro Araújo define é a estabilização de uma escarpa, na estrada que liga o centro do Porto da Cruz aos sítios da Maiata e Larano. Também a criação de mais estradas agrícolas por forma a que os agricultores tenham os acessos mais facilitados aos terrenos é uma prioridade para o candidato.


Alberto Pita

Candidatos à CM de Santana


EM C. LOBOS, O LÍDER DO MPT PEDIU UMA OPORTUNIDADE AO ELEITORADO DESCONTENTE.


MPT
João Isidoro quer os votos dos partidos pequenos
O candidato do Movimento Partido da Terra (MPT) à Câmara Municipal de Câmara de Lobos foi, ontem, à sua terra natal, apelar ao voto do eleitorado descontente.No Estreito de Câmara de Lobos, João Isidoro pediu uma oportunidade aos câmara-lobenses que votaram, nas eleições legislativas do passado domingo, nos pequenos partidos sem candidatura para as autárquicas.Porque todos os votos contam, o dirigente do MPT apelou também à preferência do eleitorado descontente com a política 'laranja' no concelho.João Isidoro quer uma oportunidade para "influenciar positivamente" a gestão camarária, conferindo-lhe "sensibilidade e humanismo" no atendimento e na resolução dos problemas dos munícipes.Diz o candidato do Partido da Terra que há muitos munícipes descontentes com a liderança do social-democrata Arlindo Gomes no concelho, pelo que é altura certa de darem ao MPT "uma oportunidade para que se altere positivamente a vida em Câmara de Lobos".
Patrícia Gaspar

Candidatos à CM Ribeira Brava


quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

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MPT acusa inoperância em Santa Cruz

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Jornal da Madeira / Região / 2009-10-01
Eleições
O Movimento Partido da Terra (MPT) esteve ontem nas zonas altas de Santa Cruz onde considerou que aquelas populações vivem problemas acrescidos por «falta de operância da Câmara Municipal».A candidatura à Autarquia de Santa Cruz nas eleições do próximo dia 11 de Outubro, defende, pela voz de Jaime Silva, a melhoria da pavimentação de várias estruturas rodoviárias, assim como dos transportes públicos.Jaime Silva afirma ser preocupante que, em tempos de chuva, as pessoas tenham de andar dois quilómetros a pé com o «elenco camarário completamente esquecido deste problema».«A população tem apontar as culpas e responsabilidade à Câmara Municipal e castigar esta nítida falta de atenção que a edilidade tem tido para com estas pessoas», afirmou Jaime Silva.Aquele responsável disse ainda há que muitas estradas «em péssimas condições há 10 ou 13 anos». Deu os exemplos dos caminhos do Eixo, da Lombada e da Fonte. Três acessos viários que, segundo a candidatura do MPT, possuem várias famílias, sendo que, numa delas, «há entulho concentrado». Assim, para além das críticas à edilidade de Santa Cruz, as acusações do MPT chegaram também à junta de freguesia local «que nada tem feito por aquelas zonas».«A população de Santa Cruz tem de mostrar o cartão vermelho a esta gente. Tem de castigar quem não trabalhou», defendeu o candidato Jaime Silva numa iniciativa de campanha eleitoral realizada ontem de manhã em Santa Cruz.

Carla Ribeiro
MPT - DN-Data: 01-10-2009

Santa Cruz "fez muito pouca obra" neste anos
O MPT acusa a Câmara Municipal de Santa Cruz de ter feito "muito pouca obra", nos últimos quatro anos, no que à rede viária diz respeito.Prova disso mesmo, diz Jaime Silva, que encabeça a lista à principal autarquia santa-cruzense, é que as recorrentes inaugurações de Jardim, nesta fase de campanha, quase não passam pelo concelho.Jaime Silva usou o exemplo do que aconteceu com as chuvas de ontem, para mostrar a carência de atenção aos transportes. "Com estas chuvas há problemas dobrados para aceder ao centro. É um problema antigo a que a Câmara Municipal de Santa Cruz tem fugido, tem assobiado para o lado." Jaime Silva exemplifica os problemas viários com o que acontece com os caminhos do Eixo, da Fonte e da Lombada. O cabeça-de-lista do MPT pede aos eleitores que castiguem a "maneira de fazer política do PSD e que depositem o seu voto no Partido da Terra". Jaime Silva diz que, enquanto vereador, será uma voz diferente, activa, na defesa dos interesse dos santa-cruzenses.
Élvio Passos

MPT critica desleixo no Bairro da Nazaré

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Política
DN-Data: 30-09-2009

O candidato do Movimento Partido da Terra (MPT) à Câmara Municipal do Funchal, Roberto Vieira, criticou ontem o facto de a autarquia e o Governo Regional terem votado ao abandono algumas estruturas de apoio ao Bairro da Nazaré, caso dos jardins, parques infantis e elevadores."No Funchal, cidade premiada como a mais florida, temos nos espaços circundantes ao bairro uma cidade de matagal, esquecida pela autarquia", apontou o candidato, que sublinhou que o cenário que se observa na Nazaré repete-se nos bairros sociais da Ribeira Grande ou Santo Amaro.Se for eleito vereador nas eleições de 11 de Outubro, Roberto Vieira promete mudar "radicalmente a situação dos bairros e dos espaços circundantes".


Uma das medidas que, desde logo, irá propor será a contratação pela Câmara de vigilantes para os bairros, com funções não só de segurança como também de limpeza dos jardins e parques infantis. "Os parques infantis deste bairro, tal como os dos outros, são vergonhosos", sublinhou Roberto Vieira.
O porta-voz do MPT lembrou que muitos dos habitantes dos bairros sociais vivem ali por necessidade, mas outros residem nestas zonas porque foram "obrigados", ao serem abrangidos por processos de expropriações. Nesse sentido, merecem mais atenção das entidades públicas, pois foram prejudicados em prol do bem comum.
Miguel Fernandes Luís

terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Clique neste Link para ver os Resultados Eleitorias - Legislativas 2009

http://www.dnoticias.pt/diario/graficos/280909/legislativas2009.pdf

Isidoro acredita na sua eleição.

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“A 11 de Outubro mais importante do que votar no partido do
costume, é importante votar na pessoa e no partido que pode fazer
a mudança”. A mensagem é de João Isidoro, candidato do
MPT à autarquia de Câmara de Lobos.
Ontem, chamou a atenção dos populares para o acto eleitoral
que se segue, tendo pedido a estes para reflectirem em quem
devem atribuir o voto a 11 de Outubro. “Todos os munícipes conhecem
a gestão desastrosa do actual presidente e candidato
do PSD-M à autarquia camaralobense. No dia 11 de Outubro há
uma excelente oportunidade de mudar com seriedade e experiência”,
destacou.
Isidoro aproveitou a oportunidade para realçar o facto de ser um
candidato com “experiência política” naquele concelho, situação
que se pode comprovar através das suas antigas reivindicações.
“Conheço aquilo que faz falta em Câmara de Lobos, por isso
quero estar ligado a uma câmara que sirva todos os munícipes
por igual, que oiça as pessoas e que, acima de tudo, resolva os
seus problemas”, concluiu.
S.G


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sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

MPT 'pede' o voto dos indecisos





MPT
DN-Data: 25-09-2009

O Movimento Partido da Terra realizou durante a manhã de ontem, uma iniciativa de campanha interessante pelas ruas da cidade de Santa Cruz. Numa acção para as legislativas que contou com a presença da candidata madeirense, Lícia Agrela, mais do que militantes, o MPT conseguiu mobilizar vários candidatos às autárquicas. Por esta razão, os militantes promoveram, em número reduzido é certo, vários contactos junto da população, onde a presença de Adelino Silva, conhecido em Santa Cruz, ajudou a quebrar o gelo. João Isidoro esteve presente mas depois abandonou a acção de campanha. No final da manhã, a iniciativa sofreu um pequeno revés quando o carro funerário do PND estacionou no centro de Santa Cruz para iniciar uma acção de campanha. Nada que os candidatos não tivessem superado com diplomacia. Lícia Agrela disse que tem verificado que existem muitos indecisos e fez um apelo aos abstencionistas. "O MPT verifica que há muitos eleitores indecisos e outros que dizem mesmo que não vão votar. Quero por isso fazer um apelo que manifestem o seu desencanto votando preferencialmente no MPT. Mas também aos indecisos que dêem uma oportunidade a que haja na Assembleia da República um deputado que marque a diferença no modo de fazer política". A candidata disse ainda que o voto no MPT permitirá uma "voz livre e reivindicativa no parlamento da República, pela defesa dos interesses da Madeira e do povo madeirense". Quanto à participação no debate realizado na noite da passada quarta-feira na RTP-Madeira com oito dos candidatos à Assembleia da República, Lícia Agrela, a participar pela primeira vez num debate televisão, assumiu que estava algo nervosa. "O que eu verifiquei é que existe uma grande diferença aos profissionais da política e os que não são. Percebi que não tinha o poder de interromper. Também achei que era uma feira de vaidades entre os grandes candidatos e os pequenos". Ainda assim, a candidata considera que conseguiu passar a mensagem aos eleitores.
Marco Freitas

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Jornal da Madeira / Região / 2009-09-25
Eleições
MPT apela ao voto dos abstencionistas
O penúltimo dia de campanha para as eleições legislativas de domingo do MPT - Partido da Terra na Madeira foi dedicado à população de Santa Cruz.A candidata a deputada à Assembleia da República, pelo MPT, Lícia Agrela aproveitou para lançar um apelo aos «tradicionais abstencionistas» e também aos «indecisos». É que durante a pré-campanha e campanha eleitoral, a candidatura do MPT verificou que ainda existem madeirenses que estão indecisos e outros que até afirmam que não vão votar. A estes, Lícia Agrela apela a que «manifestem o seu desencanto, votando no MPT». Aos indecisos, a candidata pede que dêem «a oportunidade para que haja no parlamento nacional um deputado que marque a diferença no modo de fazer política e oposição», sempre na defesa do interesse dos madeirenses. Relativamente ao debate televisivo entre os candidatos dos vários partidos, transmitido na passada quarta-feira, Lícia Agrela disse que foi «uma feira de vaidades entre os grandes partidos» e que os pequenos partidos da oposição não podiam interromper.


Marília Dantas


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quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Descontentes de PS e PSD desejados


MPT
DN-Data: 23-09-2009
O MPT diz acreditar que é possível eleger um deputado à Assembleia da República. Para isso, "basta que quem está descontente com as governações do PS e do PSD concentre o seu voto no MPT". A receita de Lícia Agrela, que encabeça a lista do partido à Assembleia da República, vem com a garantia de que se constituirá como uma "voz livre e reivindicativa, capaz de defender os interesses da Madeira e dos madeirenses".A candidata falava em Machico, onde o partido se deslocou, ontem, em acção de campanha.Na ocasião, Lícia Agrela quis repor a verdade dos factos, no que diz respeito ao que está em jogo no dia 27. Nesse dia, os madeirenses são chamados a eleger seis deputados e não José Sócrates ou Manuela Ferreira Leite. Dizer que se vai eleger o primeiro-ministro... "isso é falso". A candidata reconhece que o partido vencedor das eleições do próximo domingo, terá o direito de indicar o primeiro-ministro. No entanto, os madeirenses vão eleger seis deputados, reforça.
E. P.

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Lutar pelos pescadores

MPT

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Data: 24-09-2009

A campanha do MPT passou ontem por Câmara de Lobos. A candidata à Assembleia da República acompanhou primeiro João Isidoro numa cação de pré-campanha para a Câmara Municipal e depois fez a sua. Lícia Agrela manifestou-se agradada com o facto de cada vez mais ser reconhecida nas ruas, o que interpreta como um sinal de que a mensagem da sua candidatura está a passar.Ontem, a mensagem da candidata do MPT foi sobre a pesca e os pescadores, em especial os de Câmara de Lobos. Lícia disse ser inconcebível que, num centro piscatório como o daquela cidade, continue a "faltar um conjunto de infra-estruturas importantíssimas de apoio ao sector, em particular um porto de pesca". A candidata diz não ser "compreensível nem aceitável que, até hoje, esta estrutura não tenha sido construída pelo Governo Regional e que não tenha havido o empenho da Câmara Municipal de Câmara de Lobos nesse sentido." Lícia Agrela responsabiliza, em primeiro lugar o Governo de Jardim, mas não isenta a autarquia de responsabilidades. Com esperança em ser eleita para a Assembleia da República, compromete-se com pescadores, armadores, calafates e demais pessoas ligadas à actividade piscatória, "a reivindicar todos os apoios possíveis e legais, que estão disponíveis ao nível nacional, para ajudar a resolver muitos dos problemas que aqueles profissionais ainda hoje enfrentam".A candidatura que, como referido esteve na zona do Carmo e no centro de Câmara de Lobos, diz que foi neste último o local onde sentiu maior receptividade. A tal não será alheio o facto de ser a zona onde mais se concentram os pescadores quando não estão na sua actividade profissional. Além de cada vez mais reconhecida nas ruas, Lícia Agrela diz que frequentemente identifica satisfação nas pessoas com quem vai contactando e com quem, não raro, consegue pequenos diálogos de algum grau de intimidade. Normalmente com referências ao aspecto físico da candidata e às diferenças entre o que observam na televisão e o que vêem presencialmente. Números200Quantidade de manifestos eleitorais que o MPT afirma ter distribuído, nas acções de ontem no Carmo e no centro da cidade de Câmara de Lobos.400Quantidade aproximada de pessoas que beneficiaria com a construção do porto de pesca de Câmara de Lobos, entre os quais se contam os pescadores, em maioria, armadores e calafates.

Élvio Passos
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Jornal da Madeira / Região / 2009-09-24
Eleições
MPT denuncia falta de transporte escolar
A candidatura do MPT - Partido da Terra esteve ontem junto à Escola Básica e Secundária do Carmo para abordar a questão dos transportes escolares. João Isidoro aproveitou a iniciativa para denunciar a «insensibilidade da Câmara Municipal e da Secretaria da Educação relativamente aos muitos alunos que frequentam a escola do Carmo», referindo que existem crianças «que passam por zonas de risco, sem passadeiras e essas crianças têm de ser apoiadas». O candidato acusa a Câmara de «não ter tido, até hoje, uma palavra de respeito pelas crianças e para os pais destas crianças. Nós estamos num dos concelhos mais jovens do país e é necessário termos uma atenção especial para que haja aqui um bom sucesso escolar», frisou. Neste sentido, João Isidoro deixou a promessa de que se for eleito presidente da Câmara em Outubro próximo, «a autarquia adquirirá quatro a cinco carrinhas, a exemplo do que fez a Câmara Municipal da Calheta, para transportar gratuitamente os alunos até aos 12 anos para as escolas que estão em zonas de “risco”». João Isidoro adiantou ainda que as famílias visadas entregarão uma exposição na Secretaria Regional de Educação e na autarquia camaralobense e que vão estar a aguardar resposta por parte de ambas as entidades.

Lucia Mendonça da Silva

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

MPT não quer transtornar os eleitores

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Jornal da Madeira / Região / 2009-09-22

jm.eleições

O candidato do Movimento Partido da Terra (MPT) à Câmara Municipal da Ribeira Brava, Martinho Silva, defendeu ontem a ampliação e remodelação do cemitério do Campanário e o respectivo acesso, o reforço na ajuda aos idosos do concelho e a requalificação de algumas veredas do Campanário, especialmente aquelas por onde passam muitos idosos e crianças.Numa acção de pré-campanha para as eleções Autárquicas de 11 de Outubro, Martinho Silva esteve ontem junto ao centro de saúde do Campanário onde prometeu uma campanha «sincera» e «séria», sem incomodar os eleitores.O candidato diferencia-se na forma de forma política e assegura que «esta candidatura vem apresentar um novo modelo de como se deve fazer política. É um modelo sério, honesto e sem incomodar principalmente as pessoas da forma como os outros partidos o fazem», disse o candidato, explicando que neste modelo «o partido privilegiará o contacto porta a porta, mas sempre dentro do espírito de não transtornar» os eleitores.

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Medidas de emprego não chegam à Região




MPT
DN-Data: 22-09-2009

O respeito pelo princípio constitucional da igualdade é uma "exigência" da candidata do Partido da terra, sobretudo em relação às medidas de combate ao desemprego e de apoio a pequenas e médias empresas. Lícia Agrela lamenta que muitos apoios não tenham sido aplicados na Região, agravando "o flagelo do desemprego". Ontem, o MPT escolheu a baixa do Funchal, junto à Sé, para distribuir material de campanha e alertar para as suas propostas de apoio às PME."Hoje, há mais de 12 mil madeirenses sem emprego, há milhares de famílias a passar por dificuldades", recorda.A cabeça-de-lista do MPT considera urgente resolver os problemas de "famílias que não têm dinheiro para pagar a prestação da casa ao banco", nem a educação dos filhos."Se é verdade que a primeira responsabilidade na política de emprego é do Governo Regional, também é verdade que as medidas restritivas do Governo da República em relação à Região, nomeadamente a actual lei das finanças regionais, tem efeitos negativos no emprego", conclui.
J.F.S.
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MPT pede novo modelo de liberalização aérea


DN-Data: 21-09-2009

A candidata do MPT-Madeira à Assembleia da República afirmou ontem que a liberalização das ligações aéreas entre o continente e a região está longe de ser "um mar de rosas" e defendeu a revisão do modelo em vigor.Lícia Agrela falava numa iniciativa de campanha das eleições legislativas nacionais, que decorrem a 27 de Setembro, no bairro da Nazaré. A cabeça-de-lista apontou que, apesar de alguns conseguirem viagens baratas com a entrada da EasyJet na linha quando fazem marcações com bastante antecedência e pagam na hora, para a maioria dos madeirenses que têm que se deslocar ao continente e fazem reservas sem tanta antecipação os bilhetes "atingem valores escandalosos, perto dos 500 euros". "Este tipo de liberalização é da exclusiva responsabilidade do Governo da República, mas não podemos esquecer que o Governo Regional tem sido cúmplice". Lícia Agrela adiantou que o MPT "defende a revisão deste modelo de liberalização de maneira que se encontre um valor máximo, permitindo viagens mais baratas para os residentes e, principalmente, para os estudantes universitários que por necessidade têm de fazer frequentemente estas viagens".
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Jornal da Madeira / Região / 2009-09-21
Eleições

MPT defende viagens mais baratas
Lícia Agrela foi, ontem, a porta-voz da iniciativa de campanha do Movimento do Partido da Terra, que focou a sua acção nos transportes aéreos entre o continente e a Madeira. Segundo a cabeça-de-lista do MPT às Eleições Legislativas de 27 de Setembro, «para os madeirenses que, de uma forma ou de outra, têm de se deslocar ao continente sem reservas antecipadas, as viagens atingem preços escandalosos, chegando a custar 500 euros». Estes valores, de acordo com a candidata, «estão fora do alcance da maioria dos madeirenses», que quando precisam de fazer uma viagem sem programação antecipada, têm de desembolsar estes valores, por pessoa. «O Movimento do Partido da Terra defende, por isso, que se institua um outro modelo de liberalização que fixe um valor máximo mais barato, que permita aos madeirenses residentes, mas principalmente aos estudantes universitários, que têm necessidade de fazer mais frequentemente essas viagens», realizar as viagens a custos mais baratos. Lícia Agrela prometeu, por isso, que se for eleita deputada ao parlamento nacional, dará atenção ao assunto, «porque estes preços mexem com os orçamentos das famílias madeirenses».


JM